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Mulheres a jacto: mais mulheres aos comandos até 2020

Na semana passada realizei uma primeira e especial viagem de trabalho: a primeira viagem exclusivamente Beauty Airlines dedicada às mulheres na… aviação. Pelos vistos, a minha paixão pelos “ares” já me “denunciou” perante olhares atentos fora da cosmética e a easyJet quis que eu fosse a (única!) jornalista portuguesa convidada a assistir no hangar do quartel-general da empresa, em Luton, a uma cerimónia muito especial: a do desvendar do novo nome de um aparelho da empresa e também o relançar da Amy Johnson – Female Pilot Initiative, iniciada há pouco  mais de 1 ano.

Em Outubro de 2015, a companhia aérea low-cost lançou a iniciativa Amy Johnson (aviadora inglesa que voou sozinha de Inglaterra à Austrália em 1930) que tinha como objectivo duplicar a admissão de mulheres piloto para 12% no espaço de 2 anos mas alcançou a meta em muito menos tempo. O sucesso da iniciativa fez a CEO Carolyn McCall traçar um novo objectivo: o de alcançar 20 % de cadetes admitidas na formação a pilotos até ao ano 2020.

McCall, na conferência de imprensa que antecedeu a revelação do Airbus 320 com o nome de Amy Johnson, referiu um dado que me deixou muito surpreendida: actualmente apenas 3% do do número total de pilotos em companhias de aviação comerciais são mulheres, e apenas 450 alcançaram o posto de comandante – o que quer dizer que todas estas mulheres podiam caber num dos meus aviões favoritos, o A380. É muito, muito pouco e algo está seguramente mal nesta equação.

Como uma mulher se torna aviadora?

A verdade é que, se pensarmos, para quem não tem família ou amigos na aviação, as iniciativas ou oportunidades de ter informação ou contacto com a profissão são muito limitadas – e ainda estereotipadas. Dentro dos aviões estamos mais habituados a ser “servidos” por mulheres do que “voados” por elas mas, felizmente, a pioneira e inspiradora CEO Carolyn McCall pretende que isso deixe até de ser assunto de conversa quando reparamos que é uma mulher que está ao comando, seja de um avião ou até da companhia: “você jamais perguntaria a um CEO masculino de uma empresa como ele concilia a vida profissional e familiar”, diz sem hesitar a uma jornalista de um outro país que lhe faz a pergunta tão habitual.

Realmente, não basta “montar” um cenário com um avião, juntar jornalistas de toda a Europa, preparar acções de divulgação em escolas e anúncios sobre a adesão ao programa de candidatura a serem divulgados nas redes sociais. É preciso dizê-lo com todas as letras e a McCall, tal como à mulher de César, não lhe basta ser séria (nas intenções), tem de parecer e agir como tal e é isso que ela faz.

Como funciona a iniciativa Amy Johnson?

Além de um programa de cadetes bem implementado e abrangente, em parceria com programas importantes de treino e formação de pilotos, a easyJet tem um sistema de “financiamento” de algumas das suas candidatas que não conseguem suportar o custo elevado de formação de pilotos e em que, ao fim do tempo de treino e de um determinado período já em trabalho efectivo, elas consigam pagar o “empréstimo” à companhia.

A pergunta mais feita sobre uma low-cost é…

E que eu – e muitas pessoas fazermos – é sobre a qualidade dos programas de formação e treino destas companhias. Esta(s) companhias aéreas, e a easyJet em particular, asseguram que todos os cadetes, incluindo as novas mulheres piloto da easyJet, são formadas ao mais alto nível e de acordo com os padrões de exigência das companhias aéreas de chancela.

Despedi-me de Luton – com uma visita obrigatória ao cockpit do airbus, claro! – mas com a certeza que terão o objectivo cumprido muito antes de 2020.
Se a minha vida fosse outra, era até rapariga para pensar numa mudança de carreira… Ah sim, porque a easyJet é a única (ou das poucas, ainda vou tirar a limpo) que não tem limite de idade na admissão do seu pessoal de cabine. Não é genial? Na próxima vez que entrarem num avião, espreitem bem para dentro do cockpit, pode ser que tenham uma surpresa… 😉

p.s. – se dúvidas tiverem sobre o meu fascínio aeronáutico, espreitem estes posts, aqui, aqui e aqui, entre outros…

 

EasyJet Female Pilot Initiative

 

 

 

 

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SneakAirs: turismo guiado… pelos pés? O futuro é hoje.

Viver no futuro é uma coisa incrível! Há apenas 10 anos não havia facebook, twitter, instagram e qual snapchat…

Um piscar de olhos mais tarde levou-me ontem a testar um protótipo desenvolvidos pela… > surpresa! > Easy Jet. Um pequeno aparelho que se coloca em qualquer calçado, neste caso, os SneakAirs,  e que permitem que possamos fazer turismo sem que estejamos com os olhos colados ao ecrã do telemóvel, ou a um mapa que se dobra com o vento. (se forem a correr ainda apanham a experiência nas minhas insta-stories).

Com o aparelhinho (que irá poder comprar em breve a bordo de um avião Easy Jet) dentro do calçado, basta inserir as coordenadas na app (tinha de haver uma app, né?) e seguir os impulsos (buzzes). Estes orientam os pés na direcção certa sem que percamos tempo no trajecto… Ou deixemos de ver coisas importantes como aquela loja mais cool que está mesmo atrás de nós.

O dispositivo funciona via Bluetooth e liga-se a qualquer smartphone. Mas (tinha de haver um mas…) é necessário ter os dados activados ou seja, o famigerado roaming. Felizmente até o protótipo sair em pleno para o mercado, é bem provável que já tenham caído por terra essas tarifas que já levaram tanto meu ilustre conhecido a uma breve falência involuntária (incluindo moi mime).

Questões técnicas avançadas sobre os SneakAirs da EasyJet, para geeks:

  • Dispositivo: O dispositivo está colocado dentro do calçado e transmite instruções para o utilizador através de um modelo integrado Bluetooth Low Energy, que possibilita ligação com um qualquer smartphone do mercado. Combina um consumo de energia muito baixo com ótima resistência a interferências, para utilização em qualquer ambiente. A eletrónica integra um motor de vibração semelhante aos observados em smartphones atuais.
  • App: Foi desenvolvido um iOS nativo para otimizar os requisitos de energia dos dispositivos móveis. A estrutura da App divide-se em dois:
    1. Modelo de sincronizção e controle de dispositvos
    2. Navegar pedestre

Para o navegador pedestre, foram utilizados o Google Maps e o Google Maps Directions API. O sistema foi desenvolvido para detetar a proximidade de um utilizador a uma interseção através do posicionamento no GPS. Assim sabe antecipadamente que direção tomar e, aqui, a app envia um sinal vibratório para o pé correspondente, de forma a guiar o utilizador na sua rota. Além disto, foram incorporadas as funções detetor “direção errada” e um recalculador de rotas, de forma a que se o utilizador se perder ou se voluntariamente pretender deixar a rota seja possível fazê-lo. A App irá guiar de volta ao percurso correto até ao destino final.

  • A app foi preparada para funcionar sempre. Isso possibilita que os utilizadores deixem os auscultadores nos bolsos e não tenham necessidade de seguir as direções no ecrã.

(esta última Informação técnica foi retirada do Press do SneakAirs)

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