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No coração das termas Avène, o resto da história…

Quem acompanha o meu Instagram e as minhas InstaStories não deve ter deixado de reparar numa viagem muito especial que fiz, em Abril passado, às termas de Avène, no sul de França. O objectivo da viagem era conhecer o local onde nasce (literalmente) a famosa água que trata, alivia e até cura muitos problemas dermatológicos e que deu origem à conhecida marca de cosméticos, com o mesmo nome. A reportagem que resultou da minha visita (que era um sonho antigo meu, de editora de Beleza) pode ser lida na Vogue de Junho mas, apesar das duas páginas que dediquei à reportagem que me levou aos bastidores da marca que o senhor Pierre Fabre juntou ao seu impressionante portfólio de marcas, acho que nem numa revista inteira eu conseguiria transmitir a totalidade da experiência, dos valores, da ciência e tecnologia que pude observar, in loco.

Uma das estufas onde são guardadas e estudadas espécies botânicas utilizadas nos produtos Avène e Pierre Fabre

Uma das estufas onde são guardadas e estudadas espécies botânicas utilizadas nos produtos Avène e Pierre Fabre

Dermatologia e cuidados de pele

Os cosméticos eu já conhecia há largos anos. A Avène está em Portugal há muitos anos e eu tenho acompanhado a sua evolução, tanto a nível cosmético como no mercado da farmácia, onde é uma das mais populares marcas, sobretudo para quem sofre de problemas de sensibilidade ou mesmo patologias mais severas.
Na viagem às termas pude ver a fábrica dos produtos, que é também o centro de recolha da água, situado a metros da fonte principal subterrânea, o processo de fabrico (em ambiente controladíssimo, nalguns casos, em atmosferas completamente estéreis).
Fiquei impressionada, to say the least, com os casos de sucesso que as termas têm com a população de adultos e crianças que as visitam em processo de cura e vi (e ouvi na primeira pessoa) casos de sucesso em que, depois de uma cura anual de 3 semanas, o alívio e a recuperação é visível e tem um impacto imenso ao nível do conforto da pele mas sobretudo, da qualidade de vida. Deixou-me sem palavras, a força de uma criança e sua mãe, portugueses, que com alegria e uma lição de força e perseverança, ultrapassam na medida do possível as condicionantes de uma doença de pele debilitante de que o rapaz, de 9 anos, sofre.

What will we leave behind?

O sol, nosso amigo e os protectores… 

Numa viagem tão rica ficou muita coisa por contar em apenas duas páginas e, há uns bons cinco anos, essa foi uma das razões que me levou a criar este blog, para trazer aos leitores da Vogue, aquele “pedaço” extra dos bastidores, o “resto” da história que não coube em apenas uma ou duas páginas mas que, por si, só merecia outro artigo inteiro…Era minha intenção contar aqui essas histórias (uiii, são tantas)…mas o tempo que o print me ocupa e a sucessão de eventos, presses recebidos e viagens feitas é superior à capacidade que eu tenho tido de ter a “escrita” em dia por estas paragens.

Para os mais atentos, isso irá mudar em breve 😉 e é um dos elementos da grande mudança profissional que se avizinha que me está a dar uma alegria tremenda: ter tempo para desfrutar do… tempo e – espero eu – para partilhar com mais frequência os detalhes, momentos, sensações e emoções que não cabem em meia dúzia de caracteres de uma página.

Posto isto, houve um assunto que muito me tocou na história que conheci mais de perto nas Termas de Avène mas que, pelos timings e pelo que já referi acima, não couberam na reportagem feita. Sou particularmente sensível à responsabilidade social e ambiental das marcas (por favor, volto a pedir, não mandem embalagens/caixas lindas mas que, retirados os produtos lá de dentro, não têm utilidade prática nenhuma…) Isto enquanto apregoam políticas anti-desperdício, de reciclagem, etc…

Skin Protect Ocean Respect

Mas não é o caso da Avène e nem é o que queria aqui referir neste post.
Em pleno verão, o consumo de protectores solares é – felizmente – cada vez maior mas, na sua globalidade, a indústria cosmética ainda não soube encontrar um equilíbrio entre a produção eficaz de fórmulas protectoras que não contaminem os Oceanos e embalagens que, depois de usadas, também tenham um impacto neutro ao serem atiradas para o lixo. Pois a Avène tem, desde há algum tempo uma “política” praticamente singular no mercado a este respeito: a abordagem “Skin Protect – Ocean Protect”, da qual se pode ficar a conhecer um pouco mais neste link e que, de forma resumida significa o compromisso da marca em:

Proteger a pele dos efeitos nocivos do sol, com eficácia e segurança mas através de apenas quatro tipos de filtros solares com uma tolerância óptima para a pele e um mínimo de impacto nos ambientes marinhos. Para este efeito, as fórmulas utilizadas na linha solar Avène têm uma bio-degrabilidade acima da média e os filtros são não solúveis, o que significa que são mais facilmente absorvidos pelo ambiente marinho, com menor prejuízo deste.

A nível da protecção, a foto-estabilidade está garantida, estando mesmo em curso um estudo sobre a protecção do ADN das células, numa fórmula resistente mas sem ingredientes como o silicone que, como se sabe, não é biodegradável.

Este filme fantástico, resume bem esta causa à qual eu, como sabem não sou indiferente.

Se todos fizermos um gesto, de cada vez… o impacto somado pode ser… imenso.

Aproveitem bem o verão e as férias mas não se esqueçam de deixar as praias limpas e de reciclar, aproveitar melhor e desperdiçar menos. O futuro agradece. 😉

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Beauty Test-drive: solares de crianças

Este Verão (que ainda vai no adro, pelos vistos) tenho testado alguns solares de criança (e mais um sem-fim de solares “normais”, tivesse eu tempo de vos contar tudo a tempo e horas, aiii que trabalhar numa revista dá mais trabalho do que ter e cuidar de uma filha mas, já diz o outro, quem corre por gosto, cansa e não reclama e já cá não está quem falou).

Aonde é que eu ia? Ah, pois, os solares de criança. Lá andei eu, de trolley (abençoado, não sei como esperei tanto tempo para aderir ao “trolle” da praia), com toalhas, brinquedos e, you’ve guessed it: protectores solares em quantidade abundante. Quem fica perto do nosso “glamping” de praia ou de piscina julga – e com razão – que devo ser obcecada por cosmética tal é a parafernália. Só um bocadinho. zinho. Pessoas (de facto, querida MJ do blog A minha Vida dava uma Série, dá imenso jeito tratar as pessoas assim!): estou a trabalhar, sim? Enquanto vocês viram o douradinho de um lado para o outro, eu aplico e reaplico factores e texturas diversas em nome da Beleza e de uma revista linda chamada Vogue.

Vamos lá então. Felizmente a Dona E., apesar de brancolas no Inverno como a sua mãe, no Verão apanha um solzinho e lá fica morenita num instante. Ainda assim, na pequenita sereia de 6 anos, aplico sempre FPS 50, o tempo que estiver ao sol, do início ao fim do Verão. Ela um dia vai agradecer-me a pele ainda mais linda que vai ter.

O mais prático e eficaz: Nivea Sun Kids, Hidratante Sun Spray, FPS 50+
Uma criança é como uma enguia: nunca está quieta e escorrega-nos sempre das mãos. Para uma aplicação infalível, este protector-pistola, é o ideal para os apanhar de todos os ângulos, quando já têm uma perna dentro de água e um balde a cair do braço. O único senão é ter de se espalhar e, para isso, é mesmo preciso que estejam quietos. Mas o facto de ser “pistola”, diverte-os e serve de pretexto para armar a brincadeira. Este resiste bem à água e tem o inconfundível e inimitável cheirinho Nivea.
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Os coloridos, bem-cheirosos e eficazes:
Ambre Solaire Spray com cor (azul) FPS 50.
Ganha pontos com a sua cor azul, que eles adoooooram e é logo meio caminho andado para os seduzir na aplicação integral. Tem de se espalhar bem e o aplicador não é o mais user-friendly mas a fórmula é resistente e vale o trabalho.
Vichy, Super Espuma (cor de alperce) FPS 50.
É o preferido da Dona É, (e da sua mãe) por causa do seu cheirinho maravilhoso a alperce. A textura é em espuma, o que também dá azo a boas brincadeiras e distracções enquanto aplicamos. Também gostei do tom que dá à pele, um tom de pêssego luminoso que, apesar de ser numa criança, onde não fazemos questão de ter um efeito “cosmético”, sempre é mais composto do que uma criança com “manchas” brancas ou noutro tom. Não é a fórmula mais resistente à água mas como é tão bom de reaplicar, compensa.
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That’s it! Beauty Kisses!

ps. fiquem com o Making-of que hoje estou uma mãos-largas. 😉
ps.2 – o verniz lindo dos pés é o Beauty Airlines, da Nails4’Us. Sou suspeita mas cada vez gosto mais!

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  • Cristina Melo

    Vou tomar nota! Adoro foto mãe&filha.

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